Positivismo terminal...

O ser humano quando confrontado com o fim da vida eminente, confronta-se com uma dualidade de emoções.

Se qualquer um de nós se visse perante a localização temporal do fim da nossa vida, para além de experimentar-mos um misto de emoções opostas, acabava-mos por nos deparar-mos com a questão: O que fazer no tempo que nos resta?

Para uns o desespero, a angústia e a depressão. Seriam os derradeiros actos sencientes.

Para outros seria a libertação, o gozo e o viver intensamente até ao último suspiro.

Tudo isto porque o ser humano quando é confrontado com realidades terminais (a morte, o desemprego, a perda de uma paixão), revela o seu verdadeiro eu, despindo-se de todos os preconceitos. Nada mais há a perder!

O Positivismo porém, encara a morte como a vida, trata-se apenas da passagem de um nível corpóreo para um outro, o espiritual.

Os seres depressivos vivem em constante angústia e alimentam-na da mesma forma como respiram. Durante toda a vida camuflam de uma maneira ou de outra a sua instabilidade emocional para melhor se integrarem socialmente.

Outros, apenas se regulam pelas regras instituidas/impostas pelo ser social que é o homem. Limitam a sua existência através das regras, desvalorizando-se como seres pensantes.
Estes, perante o conhecimento adquirido do termo da sua existência, deixam cair as máscaras e revelam-se como um todo anárquico.

O Positivismo enaltece a libertação do ser e do espírito.

Porquê viver intensamente quando se está à beira da extinção quando o podemos fazer durante todo o percurso da nossa existência corporal?

O Positivismo lembra-nos que cada segundo é único e aproveitá-lo com prazer e alegria, elevar-nos-à a um nível superior de existência.

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